terça-feira, 27 de agosto de 2019

O prazer de voltar a ler


É com essa imagem completamente "tumblr" - de fato eu busquei 'livro tumblr' no google - que venho aqui correndo, primeiramente para não deixar acumular poeira novamente, e principalmente para fazer essa pequena observação/lembrete desse momento que também meio que faz parte do voltar as origens, de voltar a ler, todo dia, mesmo que sejam algumas poucas páginas.

É muito prazeroso sentir que uma hora se passou em um piscar de olhos e você não quer desgrudar das páginas, mas precisa pois há o trabalho.

Sinto uma pena de ter perdido esse hábito por um longo tempo. Penso em tudo que podia ter lido nos últimos anos. Cheio de tempo sobrando, dando scroll nas timelines enquanto podia estar lendo algo. (Não que eu vá deixar o celular de lado 100%, mas se tivesse usado metade daquele tempo já teria sido de boa.)

Mas tudo bem. Aqui estamos. Num novo tempo. Buscando o novo e pegando de volta o velho que vale a pena levar. Até.

Obs: O primeiro bloco de texto não justifica nem por um cacete...

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Sonhei que viajava no tempo. Acordei, mas só entendi o porque a noite.


Meio a todas essas ondas que vem na minha direção nas últimas semanas, acho que hoje foi uma das mais fortes. Com todo o lance do "retorno de saturno" e tudo o que ele significa, além da parte esotérica e tal, chegam momentos de mudança para o novo. Novos desafios. Beleza. Nisso, tenho um sonho muito doido e bonito, onde eu viajo no tempo, visitando o bairro onde cresci, mas nos anos 90, quando era criança. Fica andando no meio da galera, observando o jeito de falar e de se vestir, visitando comércios que hoje não existem mais e tal. Acordo. Passo o dia com o sonho na cabeça, tantas outras ondas passam e, só agora a noite, entendi o sonho. Ou pelo menos acho. 

Voltei àquela época, achei tudo muito bonito, muito legal. Mas já passou, se foi. Não importa o tamanho da nostalgia, não voltará. E é hora de seguir em frente. Aceitar os novos desafios e dar mais importância às ondas que chegam, pois uma delas que poderá por me levar ao novo destino.

Loco, né?

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Busca agoniante


 
Hoje durante o dia, no trabalho, do nada lembrei dessa personagem da tirinha ao lado. Lembro que, quando criança, hora ou outra esbarrava com essas historinhas nas páginas finais de revistas e jornais. Mas a muitos anos que não a via por aí - não que eu estivesse buscando, ou consumindo revistas.

Daí lembrei e tal, fui tentar acha-la no Google. Nossa, que luta. usei diversas palavras chaves e nada de aparecer. Como não sabia o nome, fiquei disparando as cegas na esperança de surgir algo. 

Nada. Vim para casa pensando que continuaria na busca até achar. E por fim acabei achando e, assim que o fiz, vim correndo escrever sobre essa mini saga. 

Para fins informativos e de nota, segue o quote do Wikipédia:

Radical Chic é o título e personagem de quadrinhos do cartunista brasileiro Miguel Paiva, publicada originalmente no suplemento dominical do extinto Jornal do Brasil, a partir de 1982. Paiva baseou-se na expressão cunhada em 1970 pelo jornalista estadunidense Tom Wolfe para criar a figura de uma mulher que, em suas palavras, "fosse ao mesmo tempo preocupada com a realidade, visto que na época saíamos de um período autoritário, e também ligada na própria felicidade pessoal, na busca do prazer", refletindo na época de sua criação o momento histórico da redemocratização pela qual passava o Brasil. Com o tempo a personalidade da "Radical" mudou tornando-se, ainda segundo o autor, "mais light, menos radical, mais chique e também mais confusa", mantendo contudo a característica de falar de homens, sexo, casamento, futebol e do Rio de Janeiro, onde é ambientado.

Pois bem. Fica aí então essa pequena satisfação do dia, encontrar e lembrar dessa tirinha. É tipo aquela satisfação de lembrar um nome que ficou buscando durante o dia inteiro. Ta ligado?

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Daí tu pisca e... BOOM!

Quando vê, fazem mais de dois anos que não posta nada.

E tudo bem também, né? Afinal, acho que o que sempre me atrapalhou em todos os blogs que tive, foi esse lance de me comprometer em escrever, uma vez por dia, uma vez por semana, e por aí vai. A parada vira uma obrigação e acaba perdendo a graça. Dentre outras coisas também, né.

Pois bem. Dois anos. O ano está muito louco! E agressivo. Principalmente agressivo. E desgastante. Bagulho está doido real. Mas meio a tudo isso, recentemente, senti ventos me levando de volta às origens, meio que me reencontrando depois de um rolê na fazenda, ta ligado? Pode ser também aquele tal de Saturno lá, e toda a história dele voltar e etc. Pra quem bota fé. Nisso estou voltando a pegar nuns livros a muito deixados de lado. Costumes abandonados sendo retomados. Esses lances...

Mas sem abandonar o que foi adquirido nesses tempos na fazenda. Estamos aí juntando todo conhecimento e experiências possíveis, certo? Como diria o menino lá Gurdjieff, nada é aprendido enquanto não é realmente vivido. 

Olha aí uma referência ao meu primeiro blog. Estamos voltando, heim!


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Blogs fantasmas


Sempre que vou procurar novos blogs para acompanhar e consegui achar um que não seja de torrents ou de maquiagem, se trata de uma página abandonada, largada para trás. E é curioso ver aquelas postagens antigas, ali largadas, com os comentários antigos. É quase como visitar uma cidade que foi abandonada do nada.Você ainda encontra algumas panelas no fogo, roupas na máquina e coisas do tipo. Eu fico lendo algumas postagens aleatórias, assim como comentários, tentando imaginar como era a movimentação daquele blog. É sempre uma pena quando o conteúdo é muito bom, ou a pessoa é bem carismática e interessante, pois acabo ficando meio bad do blog ter sido abandonado.

Um grande exemplo desses fantasmas que fico visitando é um blog que me fez de fato começar a blogar. A dona fez uma última publicação, anunciando que muito provavelmente não voltaria ali, por demandas da vida pessoal e coisas do tipo, além dela ter mudado muito desde que havia começado a escrever e tal. Além de entrar lá umas duas ou três vezes por ano, na esperança de ter alguma movimentação, acabo lendo alguma publicação aleatória. Ou até mesmo algumas que já conheço, mas que gosto do modo que foi escrito.

É esquisito demais ficar visitando fantasma? Hahaha. E quando o fantasma é você mesmo? Como, por exemplo, quando visito meus blogs antigos, que acabei largando por algum motivo. Leio postagens e comentários, lembrando de uma época específica da vida. Mas aí acho que pelo menos tem a relação saudosista da coisa né. Visitar fantasmas de terceiros é diferente.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Dead men tell no tales

…E uma garrafa de Rum.

Mais um Piratas do Caribe pra conta. Com subtítulo brasileiro “A Vingança de Salazar”, esse último filme relink a franquia com os filmes anteriores, trazendo todos os elementos que todos sempre gostaram, além de mostrar o passado do protagonista. Novamente, o objetivo aqui não é trazer uma resenha do filme, mas sim fazer pequenas notas, como sempre.

Acho que devo regristrar aqui o meu fanservice com a franquia que, mesmo estando mal das pernas nos últimos filmes, continua me levando às salas de cinema. Talvez deva-se ao fato de gostar dando a atmosfera criada pelo mundo fantasioso de piratas que foi criado pela Disney. Essa vida de vagar por aí, bêbado e fazendo o que der na telha. Fora essa coisa misteriosa que ronda o personagem principal e sua família, onde todos parecem seres místicos ou amaldiçoados.


Ou quem sabe eu só ache os figurinos criados para os personagens muito maneiros, e se pudesse andaria por aí vestido assim… Nunca se sabe. Falando nisso, neste último filme nos é mostrado como ele recebe todos os apretechos que andam pendurados, como chapéu e penduricalhos.

Pensando aqui, talvez goste tanto do universo criado pelos filmes porque me lembram, de alguma forma, os ciganos. Ou uma imagem meio fantasiosa dos ciganos. Não sei também. Aqui não é lugar de certezas, apenas de notas. E essa foi feita.

Até.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sense8, Friends e Domingueira

Prolonguei, enrolei e tentei parecer que não ia acontecer, mas acabou. Ontem terminei de assistir os episódios que faltavam da segunda, e última, temporada de Sense8, o que fez com que a notícia do cancelamento ganhasse um outro peso. 


Da maneira que a temporada encerrou, não há maneira nem de fingir um possível final de história, ainda tem muita coisa em aberto, muitos personagens para serem desenvolvidos, muita coisa para se viver ainda... Foda. Sense8 desde o começo foi uma série que me foi muito fácil de gostar. Parece que as diretoras tem um poder especial que quase tudo que tocam ganha um tom próprio, quase um cheiro único. Elas criaram um universo que dava vontade de viver. Você quase se sentia um Sense8 vivenciando com eles tudo aquilo. Mas acabou. E cada vez mais se tem mais certeza disso, com a Netflix reafirmando a todo momento que eles não tem condições de trazer de volta. Da vontade até de escrever "fanfics", como uma forma de vivenciar novamente tudo aquilo, e quem sabe dando um final à história. Mas nunca seria a mesma coisa.

“A verdadeira violência, a violência que percebi que era indesculpável, é a violência que fazemos com nós mesmos, quando temos medo de ser quem realmente somos.”


Após ficar meio que tomado por essa bad do fim da série, antes de ir dormir assisti um episódio de Friends, que acaba sempre me trazendo um sentimento meio... sei lá, um sentimento específico de Friends, como se você estive confortável cercado por aquelas pessoas, ou algo do tipo. Não sei. Juntou essa sensação confortável com o espírito da domingueira e o sono finalmente veio. Esse post foi pensado ontem, após Sense8 e antes de dormir. Parece que aqui realmente virou o lugar para pontuar acontecimentos e divagar, haha.

Enfim, até.