segunda-feira, 13 de julho de 2026

att copa do mundo

Perdemos né.
Que o próximo ciclo deixe de fora praticamente todo mundo.
Enquanto isso voltamos para o Botafogo que ta quase desfalindo, de novo.
Ainda to em dúvida com o que fazer com esse espaço aqui...

De repente ele pode continuar sendo exatamente o que é. 
Não necessariamente precisa virar um grande algo.
Tipo aqueles pedaços de papel que ficam em cima da mesa e tu vai rabiscando e desenhando enquanto trabalha. Acho que é por aí mesmo.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

copa do mundo

E se, de repente, do nada, eu lembrasse que tinha um fundo falso nessa gaveta velha?
Se voltasse a escrever e soltar coisas aqui? Em pleno 2026? Será que o trinco ainda fecha?
Pode ser uma boa testar...

Ta tendo Copa do Mundo aí. Me mudei para São Paulo. Passamos dos 400 livros em casa.
Os gatos cada vez mais gordos e mimados. Plantei umas flores. Fios brancos na barba. Botafogo já faliu umas duas vezes.

Mas estamos aí 

segunda-feira, 20 de março de 2023

Onde que aperta aqui?

Primeira coisa. Não é mais possível inserir uma imagem sem um link vinculado? Ou é aqui que está bugado? Segundo. Gostaria de deixar registrado que meu mouse está com um duplo clique simplesmente insuportável. De verdade. Mas aqui estamos.

No último post, o qual só li o título, confesso, estava no meio do BBB da Juliette e da pandemia. Eis aqui, dois anos depois e meio que ainda estamos no meio dos dois. Muitas coisas mudaram, tantas outras continuam as mesmas, as vezes um pouco mais pra um lado que para o outro. E é isso.

Passando mais pra alimentar as aranhas.
Espero que na próxima visita consiga inserir uma imagem. Sem link.


Até.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Pandemia e BBB

 


Uma quarentena inteira depois, quase um ano para falar a verdade, cá estamos. Voltas e voltas foram dadas no meio dessa quarentena, uma montanha russa de loucuras. No meio disso, comecei a fazer crosstreino, comecei a namorar e, por fim, voltei ao trabalho, mesmo que o vírus ainda esteja rolando solto por aí.

Relendo a última postagem aqui, achei engraçado algumas coisas, como o vício em Terrace House, Animal Croissing e a sempre presente promessa de atualizar aqui com mais frequência. E é engraçado por esses dias, reinstalei o jogo no celular, lembrei de acessar o Blog e comecei a assistir Big Brother Brasil, mas assistir de acompanhar mesmo, no que eu acredito ser a primeira vez. Quase um ano depois, diversas coisas voltam a me circular.

Quando abri aqui para escrever pensei em transcrever tudo o que rolou, mesmo que resumidamente, durante a quarentena, mas seria loucura. Mas o que posso dizer é que não terminei Terrace House, a temporada que estava rolando na época, uma participante, a lutadora, acabou falecendo, o que também me desanimou um pouco de assistir. Tirando o treino, não iniciei nenhum dos projeto que esperava ou podia ter iniciado, e tudo bem também.

Sempre que olho na lateral e percebo que criei esse canto aqui em 2015, me surpreendo. É realmente uma gaveta com fundo falso, onde guardo umas anotações quando lembro ou acho necessário, coloco a tampa novamente e fecho a gaveta. Dependendo de como a vida estiver, posso sequer lembrar da existência desse lugar "secreto".

Mas tranquilo, sigamos. 
Qualquer novidade volto aqui. 
Sem promessas dessa vez.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

quarentena e terrace house


Aqui estamos, no meio de uma quarentena por conta de uma pandemia. Mais de 30 dias trancado em casa, consumindo doses insalubres de internet e sono. No meio disso a gente acaba descobrindo muita coisa né, ao ficar trancado. Nos reconectamos, priorizamos e todo aquele negócio.

No meio disso, ao procurar algo para assistir, esbarrei com a série Terrace House no Netflix. Peguei o primeiro para assistir e em alguns dias acabei maratonando a série, que depois descobri que existia todo um universo, de outras edições e tudo o mais. Acho que fazia um tempo que não mergulhava em histórias tão frenéticamente assim. O mesmo aconteceu com o anime Welcome to NHK, mas esse acabou tendo um fim que achei bem bostinha. Com essa quarentena acabou rolando o reencontro com o gênero Slice of Life que to curtindo bastante, apesar de ter uma preguiça descomunal de começar a assistir as coisas.

Talvez nessa quarentena volte a atualizar mais e usar aqui como registro. Comecei/voltei a usar o twitter mas acredito que mais numa tentativa de interação com desconhecidos sobre assuntos que gosto. Para registro mesmo acho que aqui seria melhor.

Lembrei enquanto escrevia. Rolou um BOOM do jogo Animal Crossing, que até então eu não sabia que existia. Saiu uma nova versão para o Nintendo Switch. Baixei uma versão para o celular e o jogo é bem gostosinho de se jogar mesmo. Acredito que no Switch acabaria viciando hahaha.

Mas é isso. Até o próximo log.

domingo, 1 de março de 2020

chegamos ao futuro cada vez mais apaixonado pelo passado


Boa noite 2020, turu bom? Cá estamos, meio a Corona Vírus, água com cor de barro e aquela galera toda lá em Brasília, colocando pra foder.

Acessando aqui vi o post sobre o Inio Asano e gostaria de registrar aqui que li todo o mangá do Punpun. Muito, mas muito bom. Acho que um dos melhores mangás que já li, meio a gargalhadas e nós na garganta, terminando com um sentimento de vazio. Perfeito.

Estou esperando me recuperar da porrada para pegar outras obras dele para ler. Pelo que puder ver são tão boas quanto. E no meio disso, comecei a cursar Psicologia. Parece fazer sentido para mim. Voltei a jogar World of Warcraft com o pessoal. Mergulhando no mundo do ~ aesthetic ~ e todas suas variações, 90s Anime e etc como o gif do post bem denuncia.

E é isso. Passei aqui pra bater a poeira e deixar um bilhete. Quando voltar, voltei.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

O bom de se perder é que se encontra muita coisa

Se deixar passo umas boas horas catando
imagens semelhantes no Pinterest e Tumblr.

Outro dia estava mergulhando no Pinterest, atrás de alguma coisa, possivelmente um papel de parede para o celular ou coisa do tipo, daí fiz uma curva não planejada e já era né, haha. Quando fui ver, estava vendo umas páginas de mangás extremamente bem feitas, com cenas cotidianas de jovens. Achei muito foda e fui pesquisar o autor, que se chama Inio Asano, "Nascido em 1980, no município  e Ibaraki, na região de Kanto". 

Vou quotar uma parte da matéria que encontrei sobre ele e que achei muito interessante.

Inio Asano é “uma das vozes de sua geração”. O mangaka nasceu com uma malformação no peito que lhe causou problemas de confiança e autoestima e, apesar de seu sucesso precoce e seu grande talento, sofreu com diversas frustações durante o período da faculdade e incertezas em seu início de carreira. Esses fatores contribuíram para que Asano desenvolvesse uma perspectiva de vida baseada em aproveitar o presente que mascarava sua preocupação com o futuro e com todas as enfermidades e dramas que a vida carrega. Sua mentalidade se reflete diretamente em sua arte e em sua narrativa, criando um estilo que dialoga muito facilmente com o público jovem.

 


"O conjunto da arte e das histórias narrados por Inio Asano descrevem essa linha entre a angústia e felicidade, criando um universo único e até particular, mas que qualquer jovem pode entender e se relacionar"



A arte é simplesmente espetacular. Fiquei preso nos cenários por um algum tempo, indo de uma imagem para outra e mergulhando cada vez mais.
Salvei alguns títulos que quero ler, alguns tem até na Amazon. Como o título diz, fico feliz de ter deixado de achar um Papel de Parede para esbarrar com esse artista fora de série.

Matéria aqui.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

O prazer de voltar a ler


É com essa imagem completamente "tumblr" - de fato eu busquei 'livro tumblr' no google - que venho aqui correndo, primeiramente para não deixar acumular poeira novamente, e principalmente para fazer essa pequena observação/lembrete desse momento que também meio que faz parte do voltar as origens, de voltar a ler, todo dia, mesmo que sejam algumas poucas páginas.

É muito prazeroso sentir que uma hora se passou em um piscar de olhos e você não quer desgrudar das páginas, mas precisa pois há o trabalho.

Sinto uma pena de ter perdido esse hábito por um longo tempo. Penso em tudo que podia ter lido nos últimos anos. Cheio de tempo sobrando, dando scroll nas timelines enquanto podia estar lendo algo. (Não que eu vá deixar o celular de lado 100%, mas se tivesse usado metade daquele tempo já teria sido de boa.)

Mas tudo bem. Aqui estamos. Num novo tempo. Buscando o novo e pegando de volta o velho que vale a pena levar. Até.

Obs: O primeiro bloco de texto não justifica nem por um cacete...

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Sonhei que viajava no tempo. Acordei, mas só entendi o porque a noite.


Meio a todas essas ondas que vem na minha direção nas últimas semanas, acho que hoje foi uma das mais fortes. Com todo o lance do "retorno de saturno" e tudo o que ele significa, além da parte esotérica e tal, chegam momentos de mudança para o novo. Novos desafios. Beleza. Nisso, tenho um sonho muito doido e bonito, onde eu viajo no tempo, visitando o bairro onde cresci, mas nos anos 90, quando era criança. Fica andando no meio da galera, observando o jeito de falar e de se vestir, visitando comércios que hoje não existem mais e tal. Acordo. Passo o dia com o sonho na cabeça, tantas outras ondas passam e, só agora a noite, entendi o sonho. Ou pelo menos acho. 

Voltei àquela época, achei tudo muito bonito, muito legal. Mas já passou, se foi. Não importa o tamanho da nostalgia, não voltará. E é hora de seguir em frente. Aceitar os novos desafios e dar mais importância às ondas que chegam, pois uma delas que poderá por me levar ao novo destino.

Loco, né?

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Busca agoniante


 
Hoje durante o dia, no trabalho, do nada lembrei dessa personagem da tirinha ao lado. Lembro que, quando criança, hora ou outra esbarrava com essas historinhas nas páginas finais de revistas e jornais. Mas a muitos anos que não a via por aí - não que eu estivesse buscando, ou consumindo revistas.

Daí lembrei e tal, fui tentar acha-la no Google. Nossa, que luta. usei diversas palavras chaves e nada de aparecer. Como não sabia o nome, fiquei disparando as cegas na esperança de surgir algo. 

Nada. Vim para casa pensando que continuaria na busca até achar. E por fim acabei achando e, assim que o fiz, vim correndo escrever sobre essa mini saga. 

Para fins informativos e de nota, segue o quote do Wikipédia:

Radical Chic é o título e personagem de quadrinhos do cartunista brasileiro Miguel Paiva, publicada originalmente no suplemento dominical do extinto Jornal do Brasil, a partir de 1982. Paiva baseou-se na expressão cunhada em 1970 pelo jornalista estadunidense Tom Wolfe para criar a figura de uma mulher que, em suas palavras, "fosse ao mesmo tempo preocupada com a realidade, visto que na época saíamos de um período autoritário, e também ligada na própria felicidade pessoal, na busca do prazer", refletindo na época de sua criação o momento histórico da redemocratização pela qual passava o Brasil. Com o tempo a personalidade da "Radical" mudou tornando-se, ainda segundo o autor, "mais light, menos radical, mais chique e também mais confusa", mantendo contudo a característica de falar de homens, sexo, casamento, futebol e do Rio de Janeiro, onde é ambientado.

Pois bem. Fica aí então essa pequena satisfação do dia, encontrar e lembrar dessa tirinha. É tipo aquela satisfação de lembrar um nome que ficou buscando durante o dia inteiro. Ta ligado?

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Daí tu pisca e... BOOM!

Quando vê, fazem mais de dois anos que não posta nada.

E tudo bem também, né? Afinal, acho que o que sempre me atrapalhou em todos os blogs que tive, foi esse lance de me comprometer em escrever, uma vez por dia, uma vez por semana, e por aí vai. A parada vira uma obrigação e acaba perdendo a graça. Dentre outras coisas também, né.

Pois bem. Dois anos. O ano está muito louco! E agressivo. Principalmente agressivo. E desgastante. Bagulho está doido real. Mas meio a tudo isso, recentemente, senti ventos me levando de volta às origens, meio que me reencontrando depois de um rolê na fazenda, ta ligado? Pode ser também aquele tal de Saturno lá, e toda a história dele voltar e etc. Pra quem bota fé. Nisso estou voltando a pegar nuns livros a muito deixados de lado. Costumes abandonados sendo retomados. Esses lances...

Mas sem abandonar o que foi adquirido nesses tempos na fazenda. Estamos aí juntando todo conhecimento e experiências possíveis, certo? Como diria o menino lá Gurdjieff, nada é aprendido enquanto não é realmente vivido. 

Olha aí uma referência ao meu primeiro blog. Estamos voltando, heim!


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Blogs fantasmas


Sempre que vou procurar novos blogs para acompanhar e consegui achar um que não seja de torrents ou de maquiagem, se trata de uma página abandonada, largada para trás. E é curioso ver aquelas postagens antigas, ali largadas, com os comentários antigos. É quase como visitar uma cidade que foi abandonada do nada.Você ainda encontra algumas panelas no fogo, roupas na máquina e coisas do tipo. Eu fico lendo algumas postagens aleatórias, assim como comentários, tentando imaginar como era a movimentação daquele blog. É sempre uma pena quando o conteúdo é muito bom, ou a pessoa é bem carismática e interessante, pois acabo ficando meio bad do blog ter sido abandonado.

Um grande exemplo desses fantasmas que fico visitando é um blog que me fez de fato começar a blogar. A dona fez uma última publicação, anunciando que muito provavelmente não voltaria ali, por demandas da vida pessoal e coisas do tipo, além dela ter mudado muito desde que havia começado a escrever e tal. Além de entrar lá umas duas ou três vezes por ano, na esperança de ter alguma movimentação, acabo lendo alguma publicação aleatória. Ou até mesmo algumas que já conheço, mas que gosto do modo que foi escrito.

É esquisito demais ficar visitando fantasma? Hahaha. E quando o fantasma é você mesmo? Como, por exemplo, quando visito meus blogs antigos, que acabei largando por algum motivo. Leio postagens e comentários, lembrando de uma época específica da vida. Mas aí acho que pelo menos tem a relação saudosista da coisa né. Visitar fantasmas de terceiros é diferente.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Dead men tell no tales

…E uma garrafa de Rum.

Mais um Piratas do Caribe pra conta. Com subtítulo brasileiro “A Vingança de Salazar”, esse último filme relink a franquia com os filmes anteriores, trazendo todos os elementos que todos sempre gostaram, além de mostrar o passado do protagonista. Novamente, o objetivo aqui não é trazer uma resenha do filme, mas sim fazer pequenas notas, como sempre.

Acho que devo regristrar aqui o meu fanservice com a franquia que, mesmo estando mal das pernas nos últimos filmes, continua me levando às salas de cinema. Talvez deva-se ao fato de gostar dando a atmosfera criada pelo mundo fantasioso de piratas que foi criado pela Disney. Essa vida de vagar por aí, bêbado e fazendo o que der na telha. Fora essa coisa misteriosa que ronda o personagem principal e sua família, onde todos parecem seres místicos ou amaldiçoados.


Ou quem sabe eu só ache os figurinos criados para os personagens muito maneiros, e se pudesse andaria por aí vestido assim… Nunca se sabe. Falando nisso, neste último filme nos é mostrado como ele recebe todos os apretechos que andam pendurados, como chapéu e penduricalhos.

Pensando aqui, talvez goste tanto do universo criado pelos filmes porque me lembram, de alguma forma, os ciganos. Ou uma imagem meio fantasiosa dos ciganos. Não sei também. Aqui não é lugar de certezas, apenas de notas. E essa foi feita.

Até.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sense8, Friends e Domingueira

Prolonguei, enrolei e tentei parecer que não ia acontecer, mas acabou. Ontem terminei de assistir os episódios que faltavam da segunda, e última, temporada de Sense8, o que fez com que a notícia do cancelamento ganhasse um outro peso. 


Da maneira que a temporada encerrou, não há maneira nem de fingir um possível final de história, ainda tem muita coisa em aberto, muitos personagens para serem desenvolvidos, muita coisa para se viver ainda... Foda. Sense8 desde o começo foi uma série que me foi muito fácil de gostar. Parece que as diretoras tem um poder especial que quase tudo que tocam ganha um tom próprio, quase um cheiro único. Elas criaram um universo que dava vontade de viver. Você quase se sentia um Sense8 vivenciando com eles tudo aquilo. Mas acabou. E cada vez mais se tem mais certeza disso, com a Netflix reafirmando a todo momento que eles não tem condições de trazer de volta. Da vontade até de escrever "fanfics", como uma forma de vivenciar novamente tudo aquilo, e quem sabe dando um final à história. Mas nunca seria a mesma coisa.

“A verdadeira violência, a violência que percebi que era indesculpável, é a violência que fazemos com nós mesmos, quando temos medo de ser quem realmente somos.”


Após ficar meio que tomado por essa bad do fim da série, antes de ir dormir assisti um episódio de Friends, que acaba sempre me trazendo um sentimento meio... sei lá, um sentimento específico de Friends, como se você estive confortável cercado por aquelas pessoas, ou algo do tipo. Não sei. Juntou essa sensação confortável com o espírito da domingueira e o sono finalmente veio. Esse post foi pensado ontem, após Sense8 e antes de dormir. Parece que aqui realmente virou o lugar para pontuar acontecimentos e divagar, haha.

Enfim, até.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

The Bus Singer e Sexta-feira com cara de Segunda



Lá estava eu, mais um dia indo trabalhar, dessa vez sem fones de ouvido e sem livro, pois havia deixado a bolsa no trabalho. O que se mostrou um elemento crucial para tornar possível a postagem de hoje. Pois bem.

Estava no ônibus, quando começo a ouvir um assibio bem singular, seguido de uma cantoria tão peculiar quanto. Tento ver a fonte da cantoria mas de imeditado não consigo. Alguns pontos a frente, o senhor que estava preenchendo o ambiente com tal música troca de lugar, ficando mais próximo de mim. Se tratava de um senhor de cabelo bem preto (pintado talvez?), uma careca semi aparente, camisa social rosa, calça social azul e um sapato marrom, bem gasto. Ele assobiava e cantarolava umas músicas que pareciam brega (o estilo), enquanto olhava de cima a baixo toda mulher que entrava no seu campo de visão. Achei peculiar, anotei a observação no celular para postar mais tarde.


Desço no meu ponto para pegar o segundo ônibus da jornada ao trabalho. Por sorte ele já estava encostando no ponto também. Entrei, segui minha vida, ainda achando aquilo meio engraçado. Uns 15 minutos depois, começo a ouvir o assobio. Acho que é a minha mente pregando peças, mas quando olho alguns bancos afrente, lá se encontrava o senhor, ainda cantando e assobiando (e olhando para as mulheres). Mais uns pontos a frente, ele se vira do nada e começa a puxar assunto com um casal que estava no banco de trás, como se já os conhecesse a muito tempo (será?). Por fim, soltei no ponto do trabalho e ele seguiu. Será que acordou feliz? Será hábito? Ou será ele um cantor super famoso de outrora? Deveria ter tirado uma foto dele?


Sexta-feira pós feriado. Aquela senssação de que dormi pouco e mais do que devia ao mesmo tempo. Mas aqui estamos.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Mexa-se

Vai tio, vai tio, vai tio!

Pós festa. Corpo quebrada e pernas doendo. Alma leve. O "sair para dançar" acaba se tornando quase que um remédio meio ao corre do dia a dia (que nunca sei se ainda usa hífen, se não usa etc). Galera ouvindo o som alto, as batidas e os corpos se mexendo. Esbarra aqui, esbarra ali. Risos, xavecos e gritos. Todos se mexem, cada um com seu motivo. Certo ponto da noite, chuva caindo, mistura de suor e água do céu, batida forte e mente vazia. Só me vem a mente Zion. Já quero mais, mas primeiro descansar. 



Vários gifs hoje.
Até.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Jovem Aloucada, pacote de nostalgia

Filme de 2012 com direção de Marialy Rivas


Jovem Aloucada, um filme chileno de 2012 que retrata a vida de uma jovem que pertence a uma família evangélica e que começa uma espécie de descoberta e aventura sexual. Achei bem bacana o filme, segue uma pegada bem diferente do que estou acostumado, deve ser o estilo do cinema chileno.



De qualquer forma, isso não é uma resenha do filme. É mais sobre alguns elementos dele. A personagem tem um blog, no qual vai relatando suas aventuras e aflições. Ela publica, comenta e debate com os leitores, além de ter diversas conversas no MSN (que Deus o tenha).

Assistir aquilo me deu uma enorme saudade daquela época, pra variar. Aqui mesmo no blog já comentei sobre isso uma penca de vezes.

Só queria vir aqui e registrar esse filme.
Essa nostalgia rápida.
E postar esse gif...

Até.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

On the Road e a má vontade do atendente

Filme de Walter Salles, baseado na obra de Jack Kerouac.

On the Road é um dos milhares de filmes que estavam na minha lista, esperando para ser assistido e acabou rolando depois de não encontrar uns dois outros títulos na Netflix. Num resumo, gostei bastante do filme, apesar de ler depois diversas críticas alegando o filme ser "fraco" em relação ao livro, o bastante para ir atrás da obra que o originou. Após algumas rasas pesquisas, dei um pulo na Saraiva para comprar o dito cujo, que a essa altura, após algumas pesquisas, já tinha despertado uma vontade considerável. Fui em busca de qualquer uma das versões disponíveis, tanto a lançada originalmente quanto a tal "versão original".

Eis que, chegando lá, dei uma olhada por alto nas prateleiras mas já buscando um dos atendentes. O mesmo estava mexendo no celular, apoiado no terminal de consulta. Perguntei sobre o livro e, depois de continuar mexendo mais um pouco, resolveu consultar. Na tela, vi que constava um livro no estoque, mas depois de andar até uma prateleira próxima e dar uma olhada bem rápida, o elemento afirmou que o livro não estava disponível. Cansado e já semiderrotado em plena quarta-feira, não argumentei. Segui caminho de casa. Sábado tentaremos novamente.

Observação: O que que era a Kristen Stewart nesse filme... Oloco.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Youtube - Em Alta / Crise


Devo ter começado a "consumir" Youtube de fato em 2010, ou algo assim. Mais ou menos na época em que os primeiros Vlogs surgiram. De lá pra ca o lance todo explodiu, todo mundo quer ser youtuber e assa coisa toda. Acontece que, recentemente, começou uma certa crise na plataforma (não me refiro a crise de adsense e toda essa coisa, mas sim crise de conteúdo), onde vídeos com conteúdos cada vez mais banais e idiotas tendem a fazer um sucesso assustador, enquanto os canais com um conteúdo mais pensado e com uma pegada um pouquinho só mais "cabeça" tendem a atingir cada vez menos pessoas.

Ainda agora mesmo, ao visitar a aba "Em Alta" do Youtube, a maioria dos vídeos são desafios bestas, como arrancar o próprio dente com um alicate ou raspar a cabeça e coisas do tipo. Vendo essas coisas começo a ficar meio preocupado, pois daqui a pouco, a plataforma estará completamente tomada por essa galera que só está ali afim de fazer bobagens para conseguir palmas de um público cada vez mais retardado. E o pior que essas pessoas tem uma forte influência sobre o público jovem, e em vez de propagar um pensamento mais crítico, debater questões pertinentes e coisas do tipo, continuam fazendo esse conteúdo bizarro.

Quando mais essa esfera maluca de canais vai crescendo, mais medo eu tenho.
Até.

terça-feira, 11 de abril de 2017

No banco da praça, pensando no china

Imagem padrão retirada do Google imagens.

Aqui estou mais um dia, sob o olhar sanguinário do vigia, pensando em o que poderia escrever nesse canto empoeirado que é o fundo falso dessa gaveta, quando me vem a única coisa fora de rotina que fiz hoje. Fui até à praça próxima para poder recarregar meu riocard e aproveitei então para comer algo (veja que não usei o termo almoçar, pois seria no mínimo ousadia de minha parte). Resolvo ir até o famigerado China, comer o salgado de sempre. 

Saindo de lá, já ligeiramente arrependido, vejo que ainda tenho alguns minutos até ter que voltar ao trabalho. Aproveito então para me sentar em um dos bancos da tal praça e observar a vida cotidiana passar. Agora seria o ponto do post em que diversas observações da vida cotidiana deveriam ser citadas, algumas divagações... quem sabe até alguma reflexão de vida... Mas não, foram apenas alguns minutos sentado no banco da praça, vendo umas pessoas passar, uns carros e um ventinho legal. Nada demais. E ta tudo bem também. As vezes é melhor ser apenas isso.

Aliás, enquanto escrevo sinto uma queimação no estômago. Talvez esteja ficando um pouco velho para "almoçar" salgados no China.

Até!
dessa vez lembrei